Também poderão ser chamados os candidatos que aguardam novas oportunidades em cadastro reserva de outros concursos.
“Os aprovados podem ser chamados durante o período eleitoral. O que você não pode é aprovar um concurso novo durante o período eleitoral”, explica a ministra.
Entre as prioridades, estão a carreira da Polícia Federal e outras carreiras oferecidas na primeira edição do CPNU, além dos 1.860 convocados no mês de março a ocuparem tanto as vagas originalmente previstas em edital quanto aquelas autorizadas posteriormente.
“A nossa expectativa é que este ano tenha uma entrada gigantesca de pessoas aprovadas em concursos já autorizados”, reforça Dweck.
NOVOS CONCURSOS FEDERAIS
Segundo Esther Dweck, novos concursos deverão ser homologados até o mês de junho, mas serão poucos.
“Semana que vem a gente vai fazer um balanço. Vou levar à Casa Civil e à Presidência para a gente bater o martelo e anunciar as novas autorizações”, disse, sem detalhar quais órgãos serão contemplados.
“RECOMPOR CAPACIDADE DO ESTADO”
Esther Dweck também falou sobre a sanção da lei que reestrutura carreiras no Executivo Federal e cria mais de 24 mil cargos. De acordo com a ministra, a medida é parte de um grande esforço para recompor a capacidade do Estado de prestar políticas públicas.
No quadro geral do serviço público federal, iniciativas como a abertura de novos processos seletivos, inclusive duas edições do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), permitiram a entrada de 19 mil novos servidores entre janeiro de 2023 e março de 2026.
Segundo a ministra, nesse mesmo período, deixaram a administração pública federal cerca de 16 mil servidores, resultando em uma entrada líquida de somente 3 mil pessoas.
(Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil)
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