Fortaleza enfrenta um desafio real na manutenção da limpeza urbana. A complexidade do problema envolve não apenas a coleta de resíduos, mas também o comportamento da população e a forma como os espaços públicos são ocupados
Nesse cenário, a Prefeitura de Fortaleza ampliou a Operação Capital Limpa e Ordenada, reforçando a atuação integrada entre diferentes órgãos municipais e apostando na conscientização dos moradores. A nova fase teve início em 2 de março e prevê ações nas 12 regionais da cidade, com foco em 36 vias consideradas estratégicas.
Segundo Abreu Machado, secretário municipal da Conservação e Serviços Públicos, o principal desafio está no descarte irregular de resíduos, especialmente em pontos críticos como grandes avenidas. Essa prática gera acúmulos que exigem operações intensivas de limpeza, comprometendo a eficiência da coleta domiciliar e a destinação adequada do lixo.
Na primeira etapa da operação, realizada nas avenidas Leste-Oeste, Duque de Caxias e General Osório de Paiva, foram recolhidas mais de 464 toneladas de resíduos em locais de descarte irregular. Com o avanço da força-tarefa, o volume já chegava a cerca de 856 toneladas até o dia 23 de março de 2026, com uma média diária próxima de 40 toneladas — números que evidenciam a dimensão do problema e a necessidade de ações contínuas.
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