O pequeno Kairo Gabriel dos Santos Souza, de apenas 4 anos, morreu no último dia 24 de maio de 2026, após dar entrada no Hospital Maria Amélia, em Juazeiro do Norte, com suspeita de dengue.
Segundo relatos da família, ao chegar na unidade hospitalar, a criança recebeu prescrição médica de amoxicilina, ibuprofeno e prednisona. De acordo com especialistas e protocolos médicos, medicamentos como ibuprofeno podem aumentar o risco de hemorragias em casos suspeitos de dengue, principalmente quando há queda severa das plaquetas.
Ainda conforme o pai da criança, as técnicas de enfermagem tentaram realizar o acesso venoso por três vezes, sem sucesso.
Pela regra técnica hospitalar, após as tentativas frustradas, o procedimento deveria ser assumido por uma enfermeira responsável. Porém, segundo a denúncia da família, a enfermeira teria se recusado a realizar o acesso.
O pai também afirma que a internação da criança teria sido condicionada à realização do acesso venoso, ou seja, segundo o relato, a equipe teria informado que Kairo só poderia ser internado após o acesso ser feito.
Horas depois, Kairo não resistiu e morreu vítima de dengue hemorrágica.
A morte da criança gerou forte comoção e revolta entre familiares e amigos, que agora clamam por justiça e por uma investigação rigorosa sobre o atendimento prestado.
Até o momento, conforme decisões judiciais já mencionadas no caso, a situação deve ser tratada com cautela até que sejam apurados os fatos e determinado se houve imperícia, negligência ou qualquer falha médica durante o atendimento.
O espaço segue aberto para manifestação do Hospital Maria Amélia e da Secretaria de Saúde de Juazeiro do Norte.







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